quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Verão 2012 na Região das Missões

Em 15 de fevereiro tomamos rumo em direção à região das Missões Jesuíticas. Visitar a família. Emprestada, adotada, querida. Mato Queimado (e o Pontão do Ijuí), Caibaté, São Luiz Gonzaga, Cerro Largo, Vitória das Missões. Municípios que entraram na minha vida, como se lá também fosse a minha origem.
 
 
Neste verão o que tocou foi a seca. As paisagens refletindo o sentimento das pessoas. Para quem vive da terra, ver pastos amarelos, açudes e barragens baixos, soja raquítica, frutos que não vão para frente, é dolorido. Mas a chuva já está voltando. E o ciclo se fecha mais uma vez.
 

 

O sábado de Carnaval nos reservou um casamento em Santo Ângelo. A cerimônia religiosa foi na Catedral de Santo Ângelo. Linda após a restauração. E nosso "Momento Carnaval", (palavras da própria noiva), foi durante a festa, embalada pelos "Garotos do Fandango". No intervalo o DJ tocou marchinhas, e foram distribuidos  pequenos adereços. Ficamos apenas apreciando.
 

Aproveitamos o domingo de carnaval para conhecer o sítio arqueológico de São João Batista. Fica no munic[ipio de Entre Ijuís, a apenas 6km do asfalto (BR 285), e mais perto de Santo Ângelo que  a Missão de São Miguel. Nos surpreendemos com o resgate e recuperação da história da Missão. Gostamos das instalações, placas com explicações e passagens elevadas, conduzindo a locais de interesse, sem prejudicar as peças.Vale agradecer e elogiar o conhecimento e boa vontade do segurança, guardião do local. 
 

 

 

Voltamos para Porto Alegre antes do Carnaval acabar. A tempo de descansar e se acostumar novamente com a cidade. As férias acabaram e o trabalho nos espera.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Verão 2012 – Na praia, de Torres (RS) a Bombinhas (SC) – parte II

Em 6 de fevereiro o rumo foi Bombinhas, para a praia de Canto Grande.

Casa alugada por uma semana, na Vila, junto ao Morro do Macaco. A poucos passos do mar de fora, com sua praia, e do mar de dentro, dos pescadores. Ruas estreitas, carros nas casas e  pessoas a pé. Igrejinha, sorveteria, padaria, mercado, peixaria; algumas lojas de artigos de praia.Poucos bares e restaurantes, e quase zero de vida noturna. O cachorro da rua que nos acompanha nos passeios até o trapiche. Banho de mar ao anoitecer e deslumbre no por do sol. Pura tranquilidade.
 

 

O carro até saiu da garagem, mas para passeio por Bombas, Bombinhas, Retiro dos Padres, Quatro Ilhas, e o que mais tinha no caminho.
 
 

E também para ir na Praia da Tainha, com seus 100m de extensão e águas calmas. Onde até é possível admirar o passeio dos botos.
 

 

E tendo as sensações como lembrança, e as imagens arquivadas na memória dos aparelhos, em 13 de fevereiro voltamos para Porto Alegre, de passagem rumo à região das Missões.

Verão 2012 – Na praia, de Torres (RS) a Bombinhas (SC) – parte I

De 26 de janeiro a 13 de fevereiro fizemos nossa temporada de férias no litoral.
Começando por Torres, que faz parte da minha vida desde criança.
(com meu irmão, em 1971???)

E nada como estar em casa (na verdade, apartamento), com nossas coisas, mas mais liberdade e descontração que na cidade. E tudo ao alcance de uma caminhada: praia, mercado, fruteiras, lojas... O carro somente saindo da garagem para cruzar a ponte do rio Mampituba, em busca de peixe e camarão nas peixarias de Passo de Torres (SC).
 

O mar gelado e um pouco de vento, nada disso incomoda, quando se está na praia em família, convivendo com mãe/sogra, irmãos, cunhadas e sobrinhos. Churrasco, peixe assado, milho verde,  cerveja, vinho, jogo de cartas...

E em 02/02, a procissão de N.Sra. dos Navegantes no Mampituba, acompanhada da sacada do AP. Com direito a duas imagens da Santa: uma na barca gaúcha, e outra no barco catarinense.

 

Em 6 de fevereiro o rumo foi Bombinhas, para a praia de Canto Grande.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Verão 2012 – Viagem para Gramado em 20/01

No dia 20 de janeiro viemos para Gramado.
No GPS, o trajeto mais curto, inclusive com estradas não pavimentadas. O começo foi sem surpresas: de Porto Alegre pela BR 116 até Morro Reuter, pegando a estrada para Santa Maria do Herval. Asfalto até este ponto. A partir dali, o trajeto nosso conhecido tem uns 15km de estrada de terra, passando por Boa Vista do Herval, Padre Alto Eterno e chegando ao asfalto em Várzea Grande. Mas o GPS inovou, e de Boa Vista do Herval nos mandou para Nova Renânia. Mais adiante, em um entroncamento, achamos que a indicação era para seguir pela esquerda, mas em seguida a seta do GPS ficou no meio do nada. Eram 4h da tarde, e estávamos a apenas 14km de Gramado (quando o GPS nos abandonou). Bastante tempo para passear, perdidos, e sem preocupação. A paisagem deslumbrava.
 Paramos para perguntar, claro, quando parecia que a estrada acabaria em uma picada. Nestas horas se sente a segurança de estar em uma caminhonete.
 Esclarecidos e tranqüilizados, com os 17km que ainda faltavam, seguimos em frente. Nesta região parece que a falta de chuva não está castigando: os milharais estão verdes e fortes.
                                     
Estávamos na Linha Marcondes, colonização alemã, que nos presenteou com suas casas, jardins floridos e parreirais carregados.
                                 
Encontramos a estrada que leva a Campestre do Tigre e seguimos para o lado oposto. Mais um pouco e atingimos o asfalto da RS 235 (que vêm de Nova Petrópolis), já perto de Gramado, acima do posto de pedágio.
Ao final percorreremos 15km menos, do que se tivéssemos vindo via Novo Hamburgo, Taquara e Igrejinha. E com todo o prazer de conhecer lugares de encanto.
                    

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Férias de verão – Primeiro dia (19/01)

Neste ano minhas férias de verão terão 34 dias. Começaram ontem, e vão até o Carnaval. A idéia é ampliar o contato com a natureza e viajar de carro a no máximo 600 km de Porto Alegre.
O primeiro dia foi dedicado ao sítio. Ontem passamos o dia lá.
Nossa “roça” está se desenvolvendo. Os pés de aipim estão crescendo. E também os de melão gaúcho (mesmo novos já estão com flor), e pepino para conserva.
Interessante é colher o que não plantamos: tomate, cebola (bem pequenas, é verdade) e couve. Nascem sozinhos, memórias do antigo dono. Mas o pepino eu mesma semeei. E vou fazer minha primeira conserva. De um pepino só.
 
Nossas uvas são um caso a parte, pois tivemos que esperar amadurecerem... uvas brancas, muito doces. Colhemos ontem para nós, presenteamos a vizinha, a mãe, os sobrinhos, e ainda tem mais.
E temos o caquizeiro, carregado, com os galhos curvados com o peso de tantos frutos em desenvolvimento. Em compensação, no pé de graviola apenas um fruto se manteve, que vamos acompanhando ansiosos.
   

Também dei casa nova a algumas mudas de orquídea. E plantei uma trepadeira. Um jasminzinho que espero que sobreviva, já que somente poderemos colocar água uma vez por semana, e as chuvas não estão sendo muito consistentes neste verão aqui no Rio Grande do Sul.
 


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Altos e Baixos


O sítio é para dar alegrias. Para exercitar o contato com a terra, sentir crescer.
Mas estamos passando por alguns contratempos.
A reforma parou, com o abandono do pedreiro. Temos um banheiro sem aparelhos e sem água, mas temos uma churrasqueira nova. Só que inacabada.

E sofremos um arrombamento: quebraram o vidro e levaram todos os espelhos novos de tomadas e interruptores, que ainda não tinham sido colocados. E duas luminárias que também esperavam instalação. E outras coisinhas mais, sem muito valor, mas que deixam um gosto de desgosto.
                                                     
Mas depois.. é olhar a terra, e ver as graviolas e os cachos de uva se desenvolvendo. As ramas do aipim crescendo...
                  

                                       
E para completar, brincar na lagoa com o sobrinho. Revigorando...
 

domingo, 9 de outubro de 2011

Frutos do sítio

Um sítio que se prese, pelo menos o dos nossos sonhos, e que estamos tornando real, deve ter horta de temperos e legumes, jardim com folhagens e flores, várias trepadeiras - por que não um caramanchão... e frutíferas.
Aos poucos vamos acrescentando nossos desejos.
De frutas, antes do inverno, já tínhamos bergamotas e ameixas amarelas.

Mas conforme fomos conhecendo cada centímetro dos nossos 1500 metros quadrados, nos admiramos com o que encontramos. Tesouros. Árvores, algumas ainda novas, que irão nos dar laranjas, goiabas, abacates, mangas, jabuticabas, pêssegos, caquis, uvas.
Com a chegada da primavera, vamos acompanhando o desenvolvimento, cada uma no seu tempo...


E para acrescentar mais desejos ao nosso pomar, plantamos mudas que deverão nos dar figo, limão siciliano e pitanga.

                               
Vamos COLHER nossas próprias frutas!!!!
E esperamos fazer muita geléia.