terça-feira, 19 de junho de 2012

Descobrindo a Citronela

Desde a compra do terreno, nunca me convenci de umas touceiras plantadas junto a cerca, junto a rua debaixo. Na verdade, nunca dei atenção a elas. Contanto que não se desenvolvessem demais, tirando a nossa visão da rua e da área de preservação (um lago no período de chuvas), ajudavam na aparência, quebrando a monotonia da cerca.

Já tinha reparado que era cheirosa, mas só. Não identifiquei. Minha surpresa foi há duas semanas, conversando com o pedreiro que vai erguer a cerca lateral, ao saber que a planta era citronela.
Imediatamente tratei de pegar uma folha e cheirar com atenção... Mais de um ano que temos o sítio, e só agora saber que a tal planta é citronela. Com o longo período de poucas chuvas, o verde está amarelado, e as folhas secas. Nunca nos preocupamos em regá-las.

Fui consultar na internet, aplicações e tudo mais. Tem muita coisa... abaixo transcrevo uma amostra do que se encontra por lá.

E agora, é aplicar as sugestões, e aproveitar o que a planta tem a oferecer.

"A citronela é uma planta aromática que ficou bem conhecida por fornecer matéria-prima (óleo essencial) para a fabricação de repelentes contra mosquitos e borrachudos. Considerado um ótimo repelente, o óleo da citronela é rico geraniol e citronelal. Há quem pergunte se apenas cultivando a citronela no jardim é possível usufruir do poder repelente da planta. A resposta é sim, mas com uma ressalva: para que o resultado seja positivo, é preciso plantar a citronela no caminho percorrido pelo vento, de forma que leve o aroma até o local de onde desejamos manter os mosquitos afastados. Uma outra forma de aproveitar o poder repelente da planta é fazer um chá com as folhas da planta e usá-lo para limpar o chão, passar em parapeitos de janelas, etc."

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Capim cidró (capim-limão)

Ausente três meses aqui da Terra da Míriam, trago novidades sobre a reforma da casinha do sítio. 
Depois dos problemas com o primeiro pedreiro, fomos mais cuidadosos com as recomendações, e foi preciso ter paciência, e esperar... E olha que não é nada grandiosa, afinal a casinha tem apenas 60 metros quadrados, e não terá ampliação alguma por enquanto.
Mas as poucos vamos tendo progressos. Parte elétrica refeita, pintura interna e das esquadrias, novo piso. Além de instalação de caixa d’água e conserto da chaminé da lareira. E uma churrasqueira nova: faltam os acabamentos, mas já sairam churrascos.
  
E assim foi possível começar a mobiliar... a área da cozinha está completa.
                                            
E tem coisa melhor que ir buscar no pátio folhas de capim cidró para um chá?
 


domingo, 11 de março de 2012

Frutos do Sítio

          Deixei de escrever sobre toda pequena coisa que encontramos no sítio em Águas Claras, que para nós é sempre um grande acontecimento, pois para quem lê este blogg, pode parecer mesmice.
          Mas hoje resolvi atualizar as informações.
          Ontem encontramos a graviola caída ao chão. Digo "a" graviola, pois foi só uma que se desenvolveu. Vínhamos acompanhando seu crescimento, semana a semana, mas não sabíamos a hora certa de tirá-la do pé. Ficou o último registro.
                                        
Em compensação, o caquizeiro está carregado. Caquis maduros, ou quase. Os galhos da raquítica árvore curvados, de tão pesados. E as laranjeiras, mesmo pequenas, estão carregadas de frutos ainda verdes.
             
A trepadeira, de maracujás, não para de crescer, e novos frutos a aparecer. E na minha roça achei um melãozinho...
             
O inédito foi o inquilino que descobrimos no telhado: um gambá.
                                  

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Verão 2012 na Região das Missões

Em 15 de fevereiro tomamos rumo em direção à região das Missões Jesuíticas. Visitar a família. Emprestada, adotada, querida. Mato Queimado (e o Pontão do Ijuí), Caibaté, São Luiz Gonzaga, Cerro Largo, Vitória das Missões. Municípios que entraram na minha vida, como se lá também fosse a minha origem.
 
 
Neste verão o que tocou foi a seca. As paisagens refletindo o sentimento das pessoas. Para quem vive da terra, ver pastos amarelos, açudes e barragens baixos, soja raquítica, frutos que não vão para frente, é dolorido. Mas a chuva já está voltando. E o ciclo se fecha mais uma vez.
 

 

O sábado de Carnaval nos reservou um casamento em Santo Ângelo. A cerimônia religiosa foi na Catedral de Santo Ângelo. Linda após a restauração. E nosso "Momento Carnaval", (palavras da própria noiva), foi durante a festa, embalada pelos "Garotos do Fandango". No intervalo o DJ tocou marchinhas, e foram distribuidos  pequenos adereços. Ficamos apenas apreciando.
 

Aproveitamos o domingo de carnaval para conhecer o sítio arqueológico de São João Batista. Fica no munic[ipio de Entre Ijuís, a apenas 6km do asfalto (BR 285), e mais perto de Santo Ângelo que  a Missão de São Miguel. Nos surpreendemos com o resgate e recuperação da história da Missão. Gostamos das instalações, placas com explicações e passagens elevadas, conduzindo a locais de interesse, sem prejudicar as peças.Vale agradecer e elogiar o conhecimento e boa vontade do segurança, guardião do local. 
 

 

 

Voltamos para Porto Alegre antes do Carnaval acabar. A tempo de descansar e se acostumar novamente com a cidade. As férias acabaram e o trabalho nos espera.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Verão 2012 – Na praia, de Torres (RS) a Bombinhas (SC) – parte II

Em 6 de fevereiro o rumo foi Bombinhas, para a praia de Canto Grande.

Casa alugada por uma semana, na Vila, junto ao Morro do Macaco. A poucos passos do mar de fora, com sua praia, e do mar de dentro, dos pescadores. Ruas estreitas, carros nas casas e  pessoas a pé. Igrejinha, sorveteria, padaria, mercado, peixaria; algumas lojas de artigos de praia.Poucos bares e restaurantes, e quase zero de vida noturna. O cachorro da rua que nos acompanha nos passeios até o trapiche. Banho de mar ao anoitecer e deslumbre no por do sol. Pura tranquilidade.
 

 

O carro até saiu da garagem, mas para passeio por Bombas, Bombinhas, Retiro dos Padres, Quatro Ilhas, e o que mais tinha no caminho.
 
 

E também para ir na Praia da Tainha, com seus 100m de extensão e águas calmas. Onde até é possível admirar o passeio dos botos.
 

 

E tendo as sensações como lembrança, e as imagens arquivadas na memória dos aparelhos, em 13 de fevereiro voltamos para Porto Alegre, de passagem rumo à região das Missões.

Verão 2012 – Na praia, de Torres (RS) a Bombinhas (SC) – parte I

De 26 de janeiro a 13 de fevereiro fizemos nossa temporada de férias no litoral.
Começando por Torres, que faz parte da minha vida desde criança.
(com meu irmão, em 1971???)

E nada como estar em casa (na verdade, apartamento), com nossas coisas, mas mais liberdade e descontração que na cidade. E tudo ao alcance de uma caminhada: praia, mercado, fruteiras, lojas... O carro somente saindo da garagem para cruzar a ponte do rio Mampituba, em busca de peixe e camarão nas peixarias de Passo de Torres (SC).
 

O mar gelado e um pouco de vento, nada disso incomoda, quando se está na praia em família, convivendo com mãe/sogra, irmãos, cunhadas e sobrinhos. Churrasco, peixe assado, milho verde,  cerveja, vinho, jogo de cartas...

E em 02/02, a procissão de N.Sra. dos Navegantes no Mampituba, acompanhada da sacada do AP. Com direito a duas imagens da Santa: uma na barca gaúcha, e outra no barco catarinense.

 

Em 6 de fevereiro o rumo foi Bombinhas, para a praia de Canto Grande.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Verão 2012 – Viagem para Gramado em 20/01

No dia 20 de janeiro viemos para Gramado.
No GPS, o trajeto mais curto, inclusive com estradas não pavimentadas. O começo foi sem surpresas: de Porto Alegre pela BR 116 até Morro Reuter, pegando a estrada para Santa Maria do Herval. Asfalto até este ponto. A partir dali, o trajeto nosso conhecido tem uns 15km de estrada de terra, passando por Boa Vista do Herval, Padre Alto Eterno e chegando ao asfalto em Várzea Grande. Mas o GPS inovou, e de Boa Vista do Herval nos mandou para Nova Renânia. Mais adiante, em um entroncamento, achamos que a indicação era para seguir pela esquerda, mas em seguida a seta do GPS ficou no meio do nada. Eram 4h da tarde, e estávamos a apenas 14km de Gramado (quando o GPS nos abandonou). Bastante tempo para passear, perdidos, e sem preocupação. A paisagem deslumbrava.
 Paramos para perguntar, claro, quando parecia que a estrada acabaria em uma picada. Nestas horas se sente a segurança de estar em uma caminhonete.
 Esclarecidos e tranqüilizados, com os 17km que ainda faltavam, seguimos em frente. Nesta região parece que a falta de chuva não está castigando: os milharais estão verdes e fortes.
                                     
Estávamos na Linha Marcondes, colonização alemã, que nos presenteou com suas casas, jardins floridos e parreirais carregados.
                                 
Encontramos a estrada que leva a Campestre do Tigre e seguimos para o lado oposto. Mais um pouco e atingimos o asfalto da RS 235 (que vêm de Nova Petrópolis), já perto de Gramado, acima do posto de pedágio.
Ao final percorreremos 15km menos, do que se tivéssemos vindo via Novo Hamburgo, Taquara e Igrejinha. E com todo o prazer de conhecer lugares de encanto.