Nas quatro semanas em Cunha, estive em quase todos os ateliês de ceramistas situados na área urbana da idade. Nas visitas eu agia de forma semelhante: pedia licença, entrava e ia olhando as peças. E aos poucos puxava conversa. Quando era o próprio ceramista, muito melhor. Todos, sem exceção, eram muito simpáticos e atenciosos, respondendo todas as minhas questões, mesmo as perguntas mais leigas. E então começavam a me falar o que eu não saberia perguntar. Impossível, para mim, conseguir mensurar o que aprendi com eles. Nas técnicas usadas, e no viver cerâmica.
Ateliê Gê de Castro - Geraldo Nicolau de Castro
Alta temperatura, em seu próprio forno a gás
Utizava forno elétrico, e estava construindo um forno para raku, a gás
Suas peças delicadas recebem nenhum ou pouco esmalte, em alguns detalhes. As queimas são no forno noborigama de outro ceramista de Cunha.


Atelier Gallery Tokai - Marcelo Tokai e Luciane Sakurada
Aprendizado e inspiração no Japão de seus ascendentes. Peças queimadas em alta temperatura, forno a gás.






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